14 de julho de 2021 15h36 - Atualizado em 14/07/2021 15h36

Campanha “Adote um Ciclo” recebe doações até esta sexta-feira

O Centro de Ensino Literatus é uma das instituições particulares que apoia a causa

O Centro de Ensino Literatus é uma das instituições associadas ao Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Amazonas (Sinepe-AM) que abraçou a campanha “Adote um Ciclo”. Até sexta-feira (16), das 7h às 21h, o Literatus segue funcionando como ponto de coleta de absorventes higiênicos para serem doados a mulheres em situação de vulnerabilidade social no Amazonas. A estimativa é que uma em cada quatro meninas já faltou aula por não ter condições financeiras para comprar absorvente.

A unidade do Literatus que funciona como ponto de coleta é a que está localizada na rua Rio Içá, 165, Nossa Senhora das Graças. A responsável pelo setor de qualidade de ensino do Literatus, Thaís Rocha, informa que absorventes de qualquer marca e tamanho podem ser doados pela população.

“Sabemos que muitas alunas faltam uma semana inteira de suas atividades escolares por não possuírem absorventes, prejudicando, assim, o seu rendimento escolar e afetando a autoestima, bem como a qualidade de vida. Parece algo tão simples, tão da rotina da mulher, mas há muitas meninas da periferia que não têm dinheiro para adquirir os seus absorventes e não vão para escola por este motivo”, informou Thaís.

Por conta disso, a instituição tem buscado engajar não somente alunos e professores que fazem parte dos cursos de saúde, mas sim, toda a sua comunidade acadêmica. “Estamos divulgando nas nossas redes sociais e grupos de colaboradores para que todos participem. Além disso, temos acompanhado diariamente a doação de todos, alunos e colaboradores”, comenta a educadora.

A campanha “Adote um Ciclo” é uma iniciativa do Instituto ELA, que desde o dia 7 de junho tem mobilizado todo o Brasil. No Amazonas, a representação regional do instituto é encabeçada pela educadora Nelly Falcão. Os absorventes arrecadados serão destinados para estudantes de escolas públicas localizadas na periferia da cidade, maternidades públicas e meninas atendidas pela Casa Mamãe Margarida.

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