9 de agosto de 2018 08h41 - Atualizado em 9/08/2018 08h41

Senado argentino rejeita projeto para descriminalizar o aborto

Rejeitada, a iniciativa não poderá ser apresentada para avaliação parlamentar até 2019
BAS07. BUENOS AIRES (ARGENTINA), 06/08/2018.- Decenas de personas, integrantes de grupos contra la aprobación del aborto legal, participan en una concentración hoy, lunes 6 de agosto de 2018, frente a la Facultad de Derecho de la Universidad de Buenos Aires (Argentina). La despenalización y legalización del aborto afronta su votación definitiva en el Senado argentino el próximo 8 de agosto, después de superar la primera votación, en Cámara de Diputados, en junio. EFE/David Fernández
BAS07. BUENOS AIRES (ARGENTINA), 06/08/2018.- Decenas de personas, integrantes de grupos contra la aprobación del aborto legal, participan en una concentración hoy, lunes 6 de agosto de 2018, frente a la Facultad de Derecho de la Universidad de Buenos Aires (Argentina). La despenalización y legalización del aborto afronta su votación definitiva en el Senado argentino el próximo 8 de agosto, después de superar la primera votación, en Cámara de Diputados, en junio. EFE/David Fernández

O Senado da Argentina decidiu, na madrugada desta quinta-feira (9), vetar o projeto de lei que pretendia descriminalizar o aborto até a 14ª semana de gestação. Embora o texto da Lei de Interrupção Voluntária da Gravidez tivesse sido aprovado no dia 14 de junho pela Câmara dos Deputados, não passou agora pela última e definitiva fase parlamentar. O projeto recebeu 31 votos a favor, 38 contra e duas abstenções, de um total de 72 cadeiras (houve uma ausência).

 A medida que visava descriminalizar qualquer aborto até a 14ª semana de gestação – e não apenas nos casos atuais de estupro ou perigo de saúde da mãe – gerou fortes divisões tanto do governo quanto na oposição, por isso um final incerto foi antecipado, em debate que durou cerca de 16 horas.

Por ter sido finalmente rejeitada, a iniciativa não poderá ser apresentada novamente para avaliação parlamentar até o próximo ano.

Da Agência EFE, por Agência Brasil

Útimas notícias