11 de setembro de 2017 08h34 - Atualizado em 11/09/2017 08h35

Pediatras orientam creches e escolas sobre uso de medicamentos

Objetivo é evitar o uso inadequado ou a automedicação em crianças
Left side front view, medium close-up from the chest up of USAF Captain (Dr.) Melia Cox as she listens to the lungs of 3-year old Marshall Daniel (Left) who suffers from a sore throat and fever.  CAPT Cox is participating in an integrated family practice residency program sponsored by St. Louis University and Scott Air Force Base, Illinois.   This image is seen in the September 1998 edition of Airman Magazine.
Left side front view, medium close-up from the chest up of USAF Captain (Dr.) Melia Cox as she listens to the lungs of 3-year old Marshall Daniel (Left) who suffers from a sore throat and fever. CAPT Cox is participating in an integrated family practice residency program sponsored by St. Louis University and Scott Air Force Base, Illinois. This image is seen in the September 1998 edition of Airman Magazine.

A Sociedade Brasileia de Pediatria (SBP) divulga nesta segunda-feira (11) documento com orientações para o uso de remédios em creches e escolas. Segundo os pediatras, a administração de medicamentos por educadores nas instituições de Educação Infantil deve seguir critérios de segurança para evitar prejuízos na saúde e nas atividades pedagógicas das crianças.

O objetivo é evitar o uso inadequado ou a automedicação e promover educação em saúde no ambiente escolar. Se o estado de saúde da criança for bom, de uma maneira geral, ela pode receber a medicação na própria escola, com alguns cuidados, para evitar que sua frequência às aulas fique prejudicada, se assim a instituição permitir.

Os médicos recomendam aos pais que encaminhem sempre à escola ou creche a receita médica e os remédios em suas embalagens originais, identificados com o nome das crianças para evitar enganos. Caso os pais não tenham a receita em mãos, ela poderá ser enviada diretamente pelo médico da criança à escola por fax ou outro meio de comunicação.

Os pediatras recomendam ainda que na escola seja dado o menor número possível de doses, uma vez que a instituição pode atrasar ou esquecer o horário de aplicação do medicamento. A SPB alerta que os pais devem aceitar que muitas escolas podem considerar inviável interromper a rotina de atividades para a administração de remédios com intervalo curto de tempo ou que demandem certa complexidade, como nebulizações, por exemplo.

Outra orientação é para que os pais mantenham contato permanente com a equipe escolar, principalmente se o medicamento for de uso contínuo ou em outras situações especiais. No caso dos adolescentes, eles podem se responsabilizar por sua medicação.

O guia será encaminhado aos pediatras e também pode ser acessado no portal da SBP .

Da Agência Brasil

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