17 de maio de 2019 12h14 - Atualizado em 17/05/2019 12h15

Pará deverá ser área livre de febre aftosa sem vacinação

Brasil deverá ser considerado país livre de febre aftosa pela OMS Animal, até 2023
Pará deverá ser área livre de febre aftosa sem vacinação - Divulgação/Governo Federal
Pará deverá ser área livre de febre aftosa sem vacinação - Divulgação/Governo Federal

A comissão organizadora do I Fórum Estadual do Plano Estratégico ao Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) reuniu nesta sexta-feira (17) para definir a programação do evento que será realizado no dia 25 de junho, no município de Marabá. No fórum será apresentado o plano estratégico paraense para a transição do status sanitário de zona livre da febre aftosa com vacinação para zona livre sem vacinação.

O plano, que será mostrado aos representantes de todos os segmentos da cadeia produtiva da pecuária, contém o histórico das ações de combate à doença no Estado e perspectivas futuras para se manter zona livre. O Pará pertence ao segundo dos cinco blocos em que o país foi dividido para conduzir o processo de transição, junto com Amazonas, Amapá e Roraima.

A última vacinação do gado contra a febre aftosa será em maio de 2020 e após a suspensão da vacina, o Estado ficará sob vigilância epidemiológica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O Brasil deverá ser considerado país livre de febre aftosa pela Organização Mundial de Saúde Animal, até 2023. O Pará tem o quarto maior rebanho bovino brasileiro, com 21,5 milhões de cabeças e o primeiro bubalino com 542 mil animais.

A reunião na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) teve a participação de representantes da Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará), Federação da Agricultura e Pecuária do Pará (Faepa), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e Sedap.

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