12 de janeiro de 2021 16h30 - Atualizado em 12/01/2021 16h30

‘Manaus Masterclass’ apresenta tutoriais sobre danças urbanas

As aulas on-line e gratuitas serão exibidas entre os dias 1º e 10 de fevereiro

Locking, popping, house, hip-hop e breaking vão dar movimento à primeira edição do “Manaus Masterclass”, projeto que oferece tutoriais sobre danças urbanas. As aulas on-line e gratuitas serão exibidas entre os dias 1º e 10 de fevereiro, por meio do Facebook e Instagram (@manausmasterclass).

A iniciativa foi contemplada no edital Prêmio Feliciano Lana, realizado pelo Governo do Amazonas, como parte das ações emergenciais da Lei nº 14.017/2020, conhecida como Lei Aldir Blanc. 

De acordo com o idealizador do projeto, o coreógrafo Jone Batista, a proposta surgiu da necessidade de divulgar diferentes métodos de ensino voltados para danças urbanas, assim como ampliar a visibilidade de profissionais amazonenses que atuam no segmento. 

“Não encontrava material em formato de workshop com profissionais do Amazonas, somente vídeos de coreografias e espetáculos, mas não tinha professor dando aula. Então, investimos em uma produção de qualidade para alcançar pessoas além do nosso Estado. Para que os alunos consigam fazer em casa e não fiquem sem aula, independente de quarentena. Qualquer pessoa pode participar”, comenta o organizador.

O “Manaus Masterclass” trará dez profissionais, entre eles: Fernando Jacquiminut, com house dance; Leticia Rodrigues e Denis Carvalho, o Lock Fish, com locking; Fernando Castelo Branco, Marcelo Steel e Jone Batista, com hip-hop dance; e Keven Maia, o Popping Jaguar, e Felipe Jacquiminut, com popping, além dos b-boys Mayking e Manguinha, com breaking. Jone destaca que, durante o período de gravação do material, a equipe envolvida na produção cumpriu todos os protocolos de prevenção à Covid-19.

“Apresentamos conteúdo de qualidade, on-line, agregamos valor ao nosso portfólio como profissional de dança e ainda geramos trabalho para outros artistas. Ganhar o Prêmio Feliciano Lana foi uma honra e uma forma de reconhecimento do meu trabalho e dos profissionais de danças urbanas no Amazonas, uma forma de continuar a atividade e suprir as necessidades das nossas famílias”, afirma o coreógrafo.

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